Home office de Claudia Biglia & Giselle Moinhos, na Casas Conceito,

por Juci Ribeiro

Home office de Claudia Biglia & Giselle Moinhos, na Casas Conceito, 
tem uma mulher madura como inspiração


Uma mulher na faixa etária entre 50 e 60 anos, que desejava ter um espaço exclusivo para ela, onde pudesse ler, trabalhar, assistir a shows e a filmes, ouvir música e receber os amigos. Esse foi o cliente fictício que norteou o projeto que as arquitetas Claudia Biglia e Giselle Moinhos criaram para a primeira edição da Casas Conceito, mostra de decoração que estará aberta ao público a partir dessa terça, 7, e até o dia 16 de setembro, no Horto Florestal.


“A proposta era fazer um espaço multiuso com a função home office da dona da casa que batizamos de Home Office Amendoeira, por esta ser uma árvore que nos remete às nossas raízes”, explica Giselle. Para dar vida ao projeto, a dupla aproveitou a exuberância da flora nativa existente no terreno, trazendo a natureza para dentro do ambiente e reaproveitando ao máximo o material existente com o objetivo de gerar menos entulho e assim garantir a sustentabilidade do projeto. 

A paleta de cores foi guiada pela escolha do mármore Bianco Casa Nova que ganhou iluminação de L.E.D. e foi usado como uma coluna retro-iluminada, se tornando uma das peças-destaque do projeto. “A jazida deste mármore foi descoberta recentemente no município baiano de Casa Nova, no Vale do São Francisco”, conta Claudia. O projeto seguiu uma linha neutra desde a escolha de tecidos com diversas texturas, em tons de beges e marrons, até o mobiliário que inclui a poltrona de couro FAT da Studio Bola, a Dort, revestida de linho mesclado, o banco de Jader Almeida, o tapete industrial da Bagdá e a escrivaninha Quilombo, que tem design do arquiteto Arthur de Mattos Casas.

Com uma iluminação pensada para dar um clima de tranquilidade ao local, destacando elementos que mereciam ser evidenciados, como as obras de arte e outros elementos  dispostos na estante. Para a cereja do bolo, ou seja, os elementos decorativos, o escritório Biglia & Moinhos recorreu aos objetos do acervo da Bizâncio e às telas e obras de arte da Galeria Roberto Alban. 
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