ARMAZÉM DE ÉPOCA LANÇA NOVOS AMBIENTES TENDO A BAHIA E O MUNDO COMO INSPIRAÇÃO‏

por Juci Ribeiro



 O Armazém de Época, localizado no charmoso bairro do Rio Vermelho, em frente à Praia da Paciência, se tornou uma das lojas mais conhecidas da Bahia, por reunir um acervo valioso, com incontáveis peças de arte sacra, móveis e objetos de decoração dos séculos XVII a XX. Para destacar as coleções, o espaço acaba de lançar novos ambientes, assinados por Márcio Sobral, que têm a Bahia e o mundo como inspiração.
O primeiro ambiente, localizado logo na entrada do Armazém de Época é o “Nobre Bahia”, que traz um mix do estilo neoclássico com o sincretismo religioso, com muitas obras de artistas consagrados como Carybé, J.Borges e Lasar Segall. Santos e orixás unidos a muita prataria, retratam o DNA da sofisticação da decoração na Bahia.

No espaço “Florença”, uma grande mesa redonda no estilo clássico se torna o móvel de destaque, com louças francesas em círculo, envoltas a um arranjo central de flores de louças, refletindo a essência dos almoços e jantares na Europa. O serviço de carrinho de chá e esculturas parisienses, complementam o ambiente que apresenta o melhor do estilo europeu e leva o nome de uma das principais cidades da Itália.

Segredos do Mar” é o nome do ambiente que traz os traços de balneário para o Armazém de Época. Nele, avista-se o uso de aplicações em crochés, tanto em almofadas como em cadeiras e poltronas, além de tocheiras, castiçais e candelabros, que se misturam as louças de porcelana Limoges, em tons de azul e branco. Quadros em série retratam imagens de litorais e um belo barco, encontrado no fundo do mar da Baía de Todos os Santos, dá soberania e mesa de centro do espaço.

Por fim, no ambiente chamado de “Mistérios do Oriente”, há um encontro minucioso com a cultura oriental e todas as dinastias que fizeram parte da história que vem do outro lado do mundo. Espelhos que são emoldurados com esculturas de dragões, budas com folhas de ouro, telas que retratam imperatrizes e sofás vermelhos, demonstram como é passear pela cultura dos povos que se formaram há milênios.  

“É preciso destacar a decoração singular, recuperar a nobreza, sofisticação e tradição, pois um espaço elaborado sem contexto histórico e expressão artística se torna vazio e temporário”, diz Marcio Sobral que atualmente realiza um trabalho de consultoria no Armazém de Época.

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